terça-feira, 20 de julho de 2010

VII

Do meu enternecimento plural ficou a fé, as promessas, as ruas e o passado Talvez seja assim mesmo só as lembranças se fazem perceber num prazo longo abstratas, sem solidão suficiente que as complete.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Meu Castelo

O clarão das sete horas
bate lento nas minhas pálpebras
vejo o seu fugaz sorriso da manhã
o vento não sopra tão forte agora
outrora nos fez sorrir na madrugada
ó Pablo que de longe vê a vida
e uma ideia rara se faz desde então
que belo encará-la pelos olhos teus.
Que belo ver a vida como deveria ser.


Ao meu amigo, irmão Pablo Cardoso.

sábado, 17 de julho de 2010

A falta que ela me faz

As palavras...
ó falta que sinto.
Neste calabouço o que peço somente
é um tinteiro e um pedacinho de papel
se não o tiver
escreverei na mão, na pele.
o novo que agrada deve permanecer até que se torne velho,
mas o que que diverge entre essa mudança deve ser pesado
como se fosse uma decisão de guerra,
pois é aí que a vida começa.

DNA

Não deixo tu fingires
por que não faço isso?
é trabalho duplo.
é doído uma revelação crua da verdade que já conheces.
é fraqueza.
a liberdade, o amor e a fantasia se olhadas com relatividade podem destruir o pouco que que pouco conheces como verdade.
Tem que amar, sofrer a mesma sofreguidão,
e ver como é belo ser realista
porque nem toda verdade é feita de abismo.